quinta-feira, 12 de março de 2009



Ontem estava prester a hibernar quando começou mais um episódio de Sex and The City. Obviamente que fui assistir.


Terminei a noite chorando quando me lembrei da cena em que Carrie está sozinha em seu aniversário e se dá conta de que não tem ninguém especial aos 35 anos de idade. No fim da noite, aos 45 minutos do segundo tempo, aparece a esperança em pessoa cheia de balões para enfeitar um dia em que a realidade pesa, de tão cruel.


Ele, como sempre, chegou atrasado.


Os balões amenizaram, mas a sensação de solidão permaneceu por lá...


Quem sabe ama gêmea não exista mesmo, ou, se existe, tenham a forma de grandes amigas que nos acompanham dia-a-dia.


Plagiando o episódio, faço sátiras desta sensação. Pelo menos me dá a impressão de que posso ter perdido tudo - , ou, na pior das hipóteses nem cheguei a perder nada, já que nunca as tive de fato - mas, mesmo com o coração apertado, continuo não perdendo a piada....


sexta-feira, 6 de março de 2009

segunda-feira, 2 de março de 2009

Dança comigo!


Convidei ele para dançar, era um ritmo gostoso. Nem muito rápido, nem muito lento.
Havia um refrão entre os passos, mas nada que nos fizesse cambalear.
De início houve alguns tropeços, perdemos um pouco a cadência e, até, chegamos a nos pisotear, mas encontramos nosso próprio movimento.
Por vezes ficávamos próximos, por vezes distantes.
Ás vezes nos encarávamos, ás vezes fugíamos dos olhares.
A música mudava e ainda continuávamos a dançar.
A pista foi diminuindo de tamanho e na caixa de som o DJ continuava lançando canções para nos testar.
Do teto o globo refletia luzes brilhantes, do chão podia ver meus pés quase flutuarem.
Desta vez, foi ele quem me convidou para continuar a dançar.
O ritmo permaneceu gostoso e o refrão nos fazia vibrar.
Só que agora não haviam mais tropeços bobos. Era um movimento que acompanhava a vontade e a fúria de nosso olhar!"