quinta-feira, 10 de abril de 2008

Odeio fazer contas, definitivamente, não são o meu forte.
Se ainda sobrasse algo, no fim das contas até que valeria a pena...
Meu problema é que depois da primeira cerveja me acho rica e quem disse que consigo fazer greve de cevada?

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Liberdade...


Não há nada mais libertador do que quando se consegue dizer CHEGA. Não falo daquele falar por falar, falo daquele de alma, em que você prossegue com a consciência tranquila e leve, sabendo que lutou com o que pode e seguiu até onde deveria. Nem mais nem menos!

Entender que não há nada que possamos fazer contra o destino e que, por mais que a gente sofra, não podemos mudar o que passou e nem reverter o que está para acontecer é libertador. Claro que isso não apaga a dor, mas nos torna mais leves, mais dispostos, mais abertos às oportunidades que, surpreendentemente, estão aparecendo aos montes e, a cada dia, vão obtendo certos ares, cheiros, imagens, gostos que, pra mim, estão mais doces, instigantes e agradáveis.

O que ontem eu nem sequer enxergava, hoje, aprecio, admiro, imagino... Quem sabe o que vem amanhã...Talvez isso só seja esse tal gosto de liberdade, talvez não, talvez seja simplesmente eu em busca de um outro você, de um novo amanhã, ...quem sabe...

terça-feira, 8 de abril de 2008

Resquícios de uma conversa...

"E não é que ele era interessante...Tudo bem que parecia um pouco o efeito do wisky, do red bull, da música, mas não....tudo eram só complementos. Ele era aquilo mesmo, do seu jeito. Coisinha viu! Tá certo, meio aéreo, totalmente maluco, desconhecido, com um ar de mistério e aquele certo charme que tudo o que é novo tem...mas que coisinha!"

Guerra



A guerra é fundamental, porque só nela conseguimos encontrar alvos. Ás vezes apontamos na direção certa e acertamos os majores, mas, ás vezes, apontamos para os peões e acabamos errando e colocando eles junto aos outros montes que nada significaram. Isso faz parte de toda a batalha e nos torna mais preparadas, mas é importante ir para a guerra pensando que ali, de repente, quem sabe, pode ter um alvo bacana e, se não tiver, batalhas nunca faltarão. Essencial mesmo é não esquecer nossos objetivos e focar, focar sempre, para saber o que encaixa e o que, simplesmente, não tem jeito. Eu não esqueço disso, não desisto e nem deixo de querer, sonhar, acreditar e lutar! Mesmo com resquícios de guerras perdidas e batalhas que jamais serão esquecidas!

Pra Terminar
Ana Carolina
Composição: Herbert Vianna
Pra começar, dizer que o amor chegou ao fim, esqueça de me perguntar, se ainda há amor em mim. Pra te enganar, escondo num sorriso a dor, que sinto ao te ver passar, na rua com seu novo amor. Se eu te encontrar, não me pergunte como eu tô, não saberia te explicar, pra mim ainda não terminou. Pra começar, dizer que o amor chegou ao fim, esqueça de me perguntar, se ainda há amor em mim. Pra te enganar, escondo num sorriso a dor, que sinto ao te ver passar, na rua com seu novo amor. Se eu te encontrar, não me pergunte como eu tô, não saberia te explicar, pra mim ainda não terminou. Pra terminar, dizer que o amor chegou ao fim, esqueça de me perguntar, se ainda há amor em mim. Pra te enganar, escondo num sorriso a dor, que sinto ao te ver passar, na rua com seu novo amor. Se eu te encontrar, não me pergunte como eu tô, não saberia te explicar, pra mim ainda não terminou. Pra terminar, dizer que o amor chegou ao fim, esqueça de me perguntar, se ainda há amor em mim. E pra terminar, dizer que o amor chegou ao fim, esqueça de me perguntar, se ainda há amor em mim...

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Fênix


Por vezes me sinto como uma fênix, principalmente depois de uma leva pesada.

Sinto-me parente da fênix, aquele pássaro da mitologia grega que quando morria entrava em auto-combustão e depois de algum tempo renascia das próprias cinzas. Além disso, estou conseguindo, não sei como e nem por quanto tempo, uma força capaz de transportar em meus vôos cargas bem pesadas, como uma verdadeira fênix faria.

Não tenho penas brilhantes e nem douradas, não me locomovo com a rapidez de um pássaro e nem tenho a visão de uma águia, mas trago no peito a elegância de seu porte e a garra que simbolizavam a imortalidade e o renascimento espiritual de uma fênix, o mais belo de todos os animais fabulosos, que simboliza a esperança e a continuidade da vida após a morte.

Sua voz melodiosa, que se torna triste quando a morte se aproxima, não apagam seu significado: a perpetuação, a ressurreição, a felicidade, a força, a liberdade, a inteligência e a esperança, que nunca têm fim.

terça-feira, 1 de abril de 2008

"Eu desconfio que a única pessoa livre, realmente livre, é a que não tem medo do ridículo."

Luis Fernando Veríssimo

(DESCONFIO QUE TENHO AMIGOS LIVRES DEMAIS....RS!)